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Nome na Lista!

Saiu hoje a lista dos convocados para a segunda fase da FUVEST 2013.

Se você já garantiu seu nome nessa lista, PARABÉNS (e não desanime nos estudos)!

Para conhecer quem também chegou nessa parte do caminho e (quem sabe) seus futuros colegas de classe e veteranos, foi criado um grupo no Facebook, o “Bixos(as) e Bixetes 2013 – Têxtil e Moda“. Entra lá para conversar com a gente!

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Tecidoteca

(Por Luiza Fabiani Medeiros)

Sim, nós temos uma Tecidoteca!

Tudo bem que ainda dividimos um espaço que era pra ser só nosso com livros que ainda precisam ser catalogados para entrar no acervo da Biblioteca, o que limita a organização dos tecidos e aviamentos… Mas graças ao curso de Têxtil e Moda, desde 2008 há um embrião da Tecidoteca da Universidade de São Paulo. E estamos trabalhando para melhorá-la a cada dia!

Ok, agora comecemos a falar do que você encontra lá:

Temos um armário e algumas caixas com bandeiras de Malharia, Tecelagem e Tecidos Tecnológicos. Todos são etiquetados com um número, o que facilita a procura de um tecido específico no nosso banco de dados. Sim! Você tem alguma criação na cabeça e procura o tecido perfeito? Você pode pesquisar por composição, utilidade, cor ou acabamento.

O mais legal é que contamos com bandeiras bem diversificadas, ou seja, tem um pouco de tudo, é bem difícil você ficar na mão.

Além dos tecidos, temos um acervo de aviamentos enorme, que é super útil para pesquisar modelos e materiais de botões, por exemplo.

Por fim, há alguns relatórios e artigos das pessoas que já trabalharam aqui, como também cópias de livros que falam sobre têxteis, sua história, métodos de conservação, etc.

Tá a fim de visitar? A Tecidoteca não tem horário de funcionamento e só fica aberta quando há algum responsável por lá. Fale com a gente (Aldo – 1° ano, Camila – 3° ano, Luiza – 1° ano ou Mariana – 2° ano) e combine um horário, ou simplesmente apareça e veja se ela está aberta! Somos muito legais e estamos sempre dispostos a ajudar. 🙂

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VI Semana de Têxtil e Moda – USP 2012

É nesta semana, do dia 09 a 11 de outubro, que acontece a VI Semana de Têxtil e Moda da USP (STM). O evento é organizado pelo Centro Acadêmico Gilda de Mello e Souza (o CAGilda!) e é aberto ao público.

A STM contará com palestras, workshops, exposição de trabalhos dos alunos e muito mais! Para participar é só entrar no site e clicar na guia “Inscrições”.

Para saber mais, você também pode curtir a página do facebook, o twitter e o instagram (@stmusp) do evento!

Segue a programação (clique na imagem para expandir):

Então, anotem na agenda!

Quando: de 9 a 11 de outubro de 2012

Onde: Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo – EACH – USP
R. Arlindo Béttio, 1000 – Ermelino Matarazzo
São Paulo – SP

Ou Estação USP Leste, linha 12 da CPTM.

Quanto: Claro que é de graça!

Movimente-se. Inspire-se. Participe!

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Corra, Calouro, Corra!

A FUVEST já abriu as inscrições para o vestibular 2013. As inscrições poderão ser feitas pelo site até 10 de setembro. Não se esqueça de efetuar o pagamento da taxa de inscrição (R$ 130!).
 

Datas e Dados:
Primeira Fase – 25 de novembro/2012: a prova será composta por 90 questões de múltipla escolha das seguinte matérias: português, história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês.

Segunda Fase – de 6 a 8 de janeiro/2013:  O primeiro dia é reservado para uma prova de 10 questões de português e uma redação; no segundo dia, a prova consta com 16 questões sobre história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês; no terceiro dia, a prova é composta por 12 questões de matemática e história. Todas as questões desta fase são dissertativas.

Número de Vagas Oferecidas: 60
Número de Inscritos no Último Vestibular: 815
Relação Candidato/Vaga no Último Vestibular: 13,58
Nota de Corte no Último Vestibular: 45

Você encontra mais informações sobre a prova no site da FUVEST. Caso queira saber mais, você também pode deixar seu comentário aqui ou falar com um de nós pelo facebook, não se acanhe, estamos sempre dispostos a ajudar e somos muito legais (é sério)!
Enfim, continuem se dedicando aos estudos, falta pouco e vale muito a pena!

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Acherontia – a criação de uma marca

A maioria das pessoas que conhece o Thiago (que escreve aqui no blog) sabe que já faz um tempo que ele está envolvido com a criação de uma marca de moda masculina: a Acherontia. Como o Tecendo Ideias também é um espaço para falarmos dos projetos dos alunos, resolvi fazer uma entrevista com ele sobre o assunto!

Tecendo Ideias: Como surgiu a Acherontia? Qual a inspiração da primeira coleção?

Thiago Silveira: A Acherontia veio como uma idéia solta na cabeça, uma simples vontade de fazer roupas que as pessoas gostassem e consumissem e depois de muitas influências e muita pesquisa assumiu a cara que tem hoje. Essa 1ª coleção comercial é fruto de um projeto meu, enviado para a Casa de Criadores do ano passado, cujo tema era Holocausto. A marca tem essa identidade: apostar em temas fortes e controversos para atender a um público que, acima de tudo, consome novas idéias.

T.I. : Qual o aspecto que você acredita ser o mais interessante na concepção do seu próprio negócio?

Thiago: O aspecto que considero mais interessante é que você tem que aprender de tudo, e nessa hora você percebe que apesar da faculdade te dar uma base teórica muito boa, é na prática que se aprende. Mesmo que você não seja o responsável pela execução de todos os processos, é MUITO importante que você compreenda cada estágio dele, para assim poder cobrar bons resultados. Você tem que saber de tudo, inclusive o que o consumidor espera – ou seja, tem que sair de você e se olhar de fora, se criticar.

T.I.: Qual foi o seu maior desafio na estruturação da marca?

Thiago: Encontrar boas oficinas a um preço razoável. Ainda assim, por ser uma produção pequena, acaba que muitas vezes adiam a produção e dão prioridade às empresas maiores, o que atrapalha qualquer cronograma (lançamento, entrega, etc). Praticamente 100% dos meus processos são externos, o que significa muita cobrança em cima dos fornecedores – especialmente com as costureiras

 T.I.: E no que diz respeito ao desenvolvimento de produto?

Thiago: Os processos criativos de moda que aprendemos na faculdade são importantes, mas cabe a cada um descobrir como utilizá-los. A verdade é que na prática, se a sua proposta de moda está totalmente fora do “espírito do tempo” (o tal zeitgeist), por mais incrível e autoral que seja, é difícil que ela seja bem aceita. Poderá ser até admirada – e muito -, mas não vai vender nada. Afinal de contas, estamos falando de ganhar dinheiro, não somente de se expressar.

T.I.: Então você acredita que a moda conceitual não tem espaço no mercado?

Thiago: Ter até tem, mas é um espaço muito pequeno e pouco lucrativo… eu defendo muito a expressão pessoal por meio da moda (inclusive a Acherontia nasceu disso), mas acredito que isso tem que acontecer em outros espaços – num editorial, numa campanha, num desfile, não nas lojas.

T.I.: Tem alguma mensagem para quem faz TM e quer criar sua própria marca?

Thiago: Quem tiver um mínimo de interesse em se aventurar nesse tipo de iniciativa, meu conselho é: não hesite! Pense muito, planeje, peça ajuda, faça o seu melhor, e o mais importante – tenha identidade própria e seja o seu maior crítico. A maioria das idéias não merece sair do papel; mas há as que merecem, as que valem a pena o risco. Encontre-as, dê a elas a sua cara e não tenha medo.  

Pra quem quiser conhecer a marca: www.acherontia.com.br

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Intercâmbio na USP!

Muitas pessoas têm vontade de fazer intercâmbio durante a graduação, tanto para agregar conhecimentos e dar um up no currículo quanto para viajar e poder lidar com outras pessoas e culturas. Aqui no curso de Têxtil e Moda, nós temos oportunidade de entrar em processos seletivos de intercâmbio para os países mais variados. Em muitos deles, você consegue bolsas de estudo, quando as universidades (a do país e a USP) têm vinculo entre si, ou até mesmo bolsas de ajuda de custo, como as do programa Santander, que permite ir estudar em países de lingua latina e/ou hispânica.

A Bruna Brilho, aluna do 4º ano de TM, acabou de voltar de um ano de intercâmbio em Portugal, na Universidade do Minho, em Guimarães, e conta um pouco de suas experiências para nós.

TI – Como foi a decisão de fazer intercâmbio?
BB – Eu na verdade achava surreal a idéia de poder viajar, morar e estudar fora, achei que nunca ia ter chances. Era um sonho! Mas quando vi como funcionava o processo seletivo, vi que era uma idéia possível.

TI- E como foi o processo? Você recebeu algum tipo de bolsa?
BB – Eu fui conversar com o CCRI (relações internacionais da USP), expressando a minha vontade de morar fora. Tive a oportunidade de concorrer para Lisboa e Guimarães, ambas em Portugal. O processo é basicamente a sua média ponderada na USP e a elaboração de um bom plano de estudos. Não recebi bolsa em dinheiro para ajuda de custo, só a de estudos mesmo. O resto foi tudo pago por mim.

TI – E lá você cursou matérias de qual curso? E por que essas escolhas?
BB –
Eu escolhi matérias de Design e Marketing de Moda ou de Engenharia de Moda (essa ultima do mestrado, que era bem forte na universidade do Minho). Optei por matérias relacionadas a Arte, Design, Sociologia e Psicologia, campos de interesse pessoal nos quais a USP não tem muito foco.

TI – E as vantagens “não-didáticas”? Que tipo de experiência você teve por lá e que julgou valiosa para sua vida/carreira?
BB – Ah, essas são as melhores experiências. Você tem que se virar de verdade, conhecer gente nova, que eventualmente te ajuda no seu dia-a-dia. Tem que viajar sozinho (os preços são tão acessíveis e você está tão perto de tudo!) , dar as caras, agüentar desaforos, lidar com o preconceito e com a saudade.

TI – E voltando pra cá, o que você espera conseguir?
BB – Profissionalmente, as empresas valorizam muito a experiência internacional, é sem dúvida um diferencial. Quando você viaja, tem a tendência de “abrir a cabeça”, ter esse feeling sobre como agir… a expectativa com relação à tudo, os nervosismos, o desconhecido, tudo isso te deixa mais forte e seguro de si. Acho que o diferencial está ai, além dos conhecimentos obtidos numa cultura diferente da sua.

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Street Style Eachiano II

Luiza

Jardineira, salopete, macaquinho… com o nome que for, essa peça muda a cara de qualquer combinação.  Aqui, além do jeans, o que chamou a atenção foi um detalhe mínimo: bolsa e cinto no mesmo tom, ambos com um nozinho pra arrematar. Notaram?

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